Os maias que me perdoem, mas prefiro pensar no antônimo mais lindo de fim. Sim, nada de fim. Começo, como eu mereço. Como você, seu mundo, seu pequeno grande universo merecem. E ponto final. Ou melhor, reticências. Enche de reticências a sua vida, enche de alegria cada página em branco, cada … [Read more...]
Término
O que dizer do amor que outrora foi, e já não é? Presente frágil numa imensidão de ontem. Página que o vento não deixa virar. Música desafinada, coração necrosado, sequestro do sol. Quem é que inventou o verbo acabar? Acabou, pretérito perfeito. Imperfeito eu diria. E do verbo faz-se a … [Read more...]